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Macron cobra o G7 pelas queimadas na Amazônia

Atualizado: 23 de ago. de 2019


O presidente francês Emmanuel Macron usou seu perfil no Twitter hoje para falar sobre as queimadas na Amazônia. Ele, que já entrou em atrito com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) por questões ambientais, chamou o problema de "crise internacional" e cobrou que os líderes do G7 tratem urgentemente do tema.


"Nossa casa está queimando. Literalmente. A floresta amazônica, pulmão que produz 20% do oxigênio do nosso planeta, está em chamas. Isso é uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir essa emergência de primeira ordem em dois dias".


O próximo encontro do G7 - que reúne os presidentes de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão - será realizado neste fim de semana, em Biarritz (França).


Mais cedo, o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, afirmou estar preocupado com as queimadas na floresta Amazônica e pediu proteção à biodiversidade da região.

"Estou profundamente preocupado com as queimadas na floresta Amazônica. Em meio à crise climática global, não podemos permitir mais danos a essa grande fonte de oxigênio e biodiversidade. A Amazônia precisa ser protegida", escreveu Guterres em sua conta no Twitter.


Hoje pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que as ONGs (Organizações Não Governamentais) são suspeitas de causarem as queimadas na floresta Amazônica, mas admitiu não ter como provar.


"Quer que eu culpe os índios? Quer que eu culpe os marcianos? É, no meu entender, um indício fortíssimo que é esse pessoal de ONG que perdeu a teta deles, é simples", falou o presidente, antes de acrescentar:


"Não se tem prova disso. Ninguém escreve isso 'eu vou queimar lá'."


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