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Um cego apaixonado

O colombiano Juan Carlos Osorio, treinador da seleção do México, tentou desviar a atenção da derrota para o Brasil e a eliminação de sua equipe no Mundial da Rússia. Atacou Neymar e seu cai-cai: “Isto é jogo de homens, não há espaço para tanta palhaçada. Vergonha”. Tudo isso para dizer que o jogador brasileiro encenou o tempo todo, especialmente quando foi pisado no tornozelo pelo lateral Miguel Layún quando já estava fora do campo – lance repetido à exaustão pela tevê.


Ao apoiar a selvageria, Osorio, que teve uma passagem medíocre como técnico do São Paulo, age como militante político apaixonado: fica cego diante das maiores evidências. Agora terá tempo de sobra para meditar sobre a paixão e a cegueira.

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