G-7 anuncia R$ 80 milhões de ajuda contra incêndios


O G-7, grupo de países mais ricos do mundo, decidiu nesta segunda-feira desbloquear uma ajuda de urgência de U$ 20 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 80 milhões, para combater os incêndios florestais na Amazônia. A verba será usada principalmente para o envio de aviões para apagar o fogo na região, anunciaram os presidentes da França, Emmanuel Macron, e do Chile, Sebastián Piñera, informa a Agência France-Presse.


Além de mandar um frota aérea, o G-7 elaborou um plano de ajuda a médio prazo destinado ao reflorestamento que será apresentado na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas no fim de setembro. Para isso, será necessário um acordo entre o Brasil, organizações não governamentais (ONGs) e populações locais.


A ajuda para a Amazônia foi anunciada durante uma reunião da cúpula do G-7 sobre o meio ambiente, em que se discutiu a situação enfrentada pela floresta. Macron deu prioridade ao tema e no sábado pediu "a mobilização de todas as potências" para lutar contra as chamas e reflorestar a área devastada.

"Devemos responder ao chamado da selva que arde hoje na Amazônia de forma muito concreta", afirmou o presidente francês depois de questionar ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.


De acordo com os últimos números, o País detectou 79.513 focos de incêndios desde o início do ano, dos quais mais da metade foi na Amazônia. Pressionado pela comunidade internacional, o Brasil reagiu neste domingo, 25, e enviou à região que está pegando fogo dois aviões C-130 Hércules.


Posts recentes

Ver tudo

O discurso do presidente Jair Bolsonaro na abertura da Assembleia-Geral das Nações Unidas teve repercussão negativa no exterior e entre observadores da política externa brasileira e parlamentares. Pa

Em nova derrota do presidente Jair Bolsonaro, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), devolveu a medida provisória que alterava o Marco Civil da Internet e dificultava a remoção de conteúdo

Um dia após o presidente Jair Bolsonaro participar de atos antidemocráticos e ameaçar “descumprir” decisões do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, Luiz Fux, afirmou nesta quarta-feira que