Análise por Estado - Roraima

Atualizado: 3 de Mai de 2018


Com a desistência de Teresa Surita, Anchieta aparece como homem mais forte. Depois, vem a governadora Suely Campos, muito desgastada, sem uma só obra de visibilidade, com os filhos comandando um esquema escancarado de corrupção.


Jucá ficou sem palanque, com a desistência de Teresa, e vive seu momento mais difícil, sendo vaiado a todo instante nos voos para Boa Vista.


Ele tenta convencer Jálser Renier, presidente da Assembleia, a ser candidato,

numa manobra em que Suely desistiria de ser candidata à reeleição e seria ungida a conselheira do Tribunal de Contas.


Suely não quer. Aí restam a Jucá Anchieta, que ele traiu na campanha, apoiando Luciano Castro para o Senado, e Antônio Denárium, empresário do agronegócio, agiota e ligado do partido do Bolsonaro.


Bolsonaro já disse que quer distância do Jucá. E Jucá está “queimado” e correndo risco de não ser reeleito.


Os outros nomes fortes ao Senado são Ângela Portela, que concorre à reeleição (era PT, agora é PDT), o ex-presidente da Assembleia Mecias de Jesus e o ex-governador Chico Rodrigues.


Jucá espera a ajuda do “rouba, mas faz” e conta com muito dinheiro para investir na campanha.


Jucá, sempre reivindicando o papel de homem forte de Brasília, agora aparece todos os dias nas redes sociais fazendo campanha de vereador.


Telmário Motta é o calo no sapato dele, com uma insistente campanha contra a corrupção e de denúncias das falcatruas jucarianas.

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